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Colégio dos Salesianos de Manique enfrenta críticas por refeições para ricos e pobres

No Colégio dos Salesianos de Manique, alunos subsidiados recebem refeições de qualidade inferior aos pagantes, gerando desconforto e sensação de injustiça

No Colégio dos Salesianos de Manique, em Cascais, há estudantes que pagam mensalidades e outros que frequentam a escola gratuitamente
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  • No Colégio dos Salesianos de Manique, em Cascais, há alunos que pagam mensalidades e outros que frequentam a escola gratuitamente, devido a um contrato de associação com o Ministério da Educação.
  • As refeições servidas aos alunos subsidiados são consideradas inferiores, o que leva alguns a escolher o bar em vez da cantina.
  • O colégio afirma que o Estado não permite vender as refeições do privado ao regime público; o Estado paga 1,46 euros por refeição subsidiada.
  • Famílias relatam que, há cerca de dois anos, deixou de haver a opção de pagar cerca de seis euros por dia para ter refeição igual à dos colegas, gerando desconforto e queixas sobre a qualidade e repetição do menu.
  • O colégio destaca a importância das refeições na alimentação diária, afirmando que uma alimentação equilibrada contribui para o aproveitamento escolar e o desenvolvimento dos alunos.

No Colégio dos Salesianos de Manique, em Cascais, coexistem alunos que pagam mensalidades e outros que frequentam a escola gratuitamente, devido a um contrato de associação com o Ministério da Educação. A diferença de tratamento preocupa famílias e revela uma realidade de acesso desigual.

Segundo uma mãe de um aluno do 9.º ano, as refeições dos estudantes subsidiados pela escola são descritas como menos variadas e menos nutritivas, em comparação com as dos alunos que pagam mensalidades. O diálogo entre famílias aponta para uma percepção de “comida dos ricos” versus “comida dos pobres”.

Um responsável do colégio confirmou a existência de tratamento diferenciado, associando a situação a regras do Estado. A instituição diz que o Estado paga 1,46 euros por refeição nos alunos subsidiados, valor considerado insuficiente para igualar a qualidade das refeições. O Ministério da Educação não respondeu ainda formalmente.

Contexto e resposta de pais

As famílias relatam que, há cerca de dois anos, deixou de existir a opção de pagar para que as refeições fossem iguais para todos. A mãe citada descreve tentativas do filho de almoçar no bar da escola por melhor qualidade e variedade, o que aumenta a perceção de desigualdade.

Declarações oficiais do colégio apontam para o papel das cantinas e do bar na alimentação dos alunos, sublinhando ainda a importância nutricional e social dessas estruturas no quotidiano escolar. A instituição assegura que as refeições representam uma parcela significativa da ingestão diária e contribuem para o desenvolvimento dos alunos.

Desempenho educativo e qualidade alimentar

O colégio afirma que uma alimentação adequada está ligada ao aproveitamento escolar e ao bem-estar dos estudantes. Em comunicado institucional, o colégio reconhece a importância de oferecer uma oferta alimentar equilibrada, apelativa e acessível, com foco na promoção de hábitos saudáveis.

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