- A 17.ª edição da Futurália arranca na quarta-feira em Lisboa, na Feira Internacional de Lisboa, e decorre até sábado, oferecendo centenas de opções de cursos e formação.
- A feira tem dois pavilhões dedicados ao ensino superior, profissional e no estrangeiro, e um terceiro ao emprego, mestrados, pós-graduações e formação executiva, com perto de quatro centenas de entidades.
- O ministro da Educação, Ciência e Inovação, Fernando Alexandre, participa na inauguração e na conferência de abertura do novo evento paralelo dedicado à transição digital no ensino.
- O TECH_EDU decorre entre 11 e 13 de março e funciona como ponto de encontro entre empresas tecnológicas, startups, escolas, instituições de ensino superior e decisores políticos, com conferências, painéis e workshops.
- As formações, gratuitas e certificadas, abordam temas como inteligência artificial generativa, inovação pedagógica, avaliação digital e ensino híbrido, com o objetivo de capacitar os docentes.
A 17.ª edição da Futurália arranca na quarta-feira, em Lisboa, com centenas de opções de cursos superiores e formações. Pela primeira vez, surge um evento paralelo dedicado à transição digital no ensino.
A feira decorre até sábado na FIL, no Parque das Nações, com dois pavilhões para ensino e formação, e um terceiro para emprego, mestrados e formação executiva. Reúne quase 400 entidades.
O ministro da Educação, Ciência e Inovação, Fernando Alexandre, participa na inauguração e na conferência de abertura do novo evento paralelo. O TECH_EDU decorre entre 11 e 13 de março.
TECH_EDU
Segundo a organização, o evento funciona como ponto de encontro entre empresas tecnológicas, startups, escolas e decisores políticos. Serão realizadas conferências, painéis e workshops para docentes e equipas pedagógicas.
Durante três dias, haverá demonstrações tecnológicas e formações certificadas sobre IA generativa, inovação pedagógica e ensino híbrido. A iniciativa pretende acelerar a adaptação digital das instituições.
Maria João Arruda, gestora dos eventos, afirma que a IA é o presente e que os docentes devem receber formação para lidar com a tecnologia, do ensino básico ao superior.
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