- Nuno Borges teve “boas referências” de Mallorca após chegar às meias-finais, com três vitórias no torneio.
- O tenista português, número um nacional e 53.º do mundo, enfrenta o norte-americano Tristan Boyer, vindo da qualificação, na primeira ronda de Wimbledon.
- Borges afirma que os relvados são diferentes e que o All England Club oferece condições únicas, preparando-se para o calor e a instabilidade do tempo em Londres.
- O jogador evita falar em confronto potencial com o número um mundial, Jannik Sinner, dizendo que primeiro é preciso vencer a primeira ronda.
- Wimbledon inicia-se na segunda-feira com Borges no quadro principal; Jaime Faria também entra pelo qualifying e Francisco Cabral joga nos pares.
Nuno Borges chega a Wimbledon com bases firmes. A boa fase em Maiorca, onde atingiu as meias-finais, é vista pelo número um nacional como referência para o escalão de relva. O objetivo é avançar na primeira ronda, frente ao americano Tristan Boyer, vindo das qualificações.
O tenista português salientou que as vitórias conquistadas em Maiorca ajudam a encarar a relva londrina, ainda que reconheça diferenças entre os torneios e o piso do All England Club. A tarefa é preparar o jogo com foco no adversário e no próprio rendimento.
Borges, 29 anos e 53.º do ranking, admitiu estar preparado para o calor e para a instabilidade do tempo em Londres. Não antecipa a segunda ronda, mantendo o foco na primeira partida, que se disputa na segunda-feira.
Adversário e preparação
Questionado sobre o desconhecido Tristan Boyer, Borges afirmou precisar de estudar o oponente, mas garantiu que o trabalho passa pelo seu desempenho. Jogar ao melhor de cinco sets é um desafio adicional que considera determinante.
O maiato chegou a Wimbledon já com experiência recente na relva e com a sensação de estar num evento particularmente desejado. O estágio em Londres envolve adaptação a um piso que, admite, não tem igual.
Participação de outros portugueses
Além de Borges, Jaime Faria entrou no quadro de singulares de Wimbledon através da qualificação. Francisco Cabral joga nos pares, ampliando a presença portuguesa no torneio.
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