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Gattuso deixa a Itália após falhar qualificação para o Mundial 2026

Gattuso demite-se da seleção italiana após falhar a qualificação para o Mundial de 2026, na terceira ausência consecutiva da Itália em Mundiais

Gattuso foi nomeado seleccionador em Junho de 2025, em substituição de Luciano Spalletti, com a missão de garantir o regresso da Itália ao campeonato do mundo, o que não aconteceu
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  • Gennaro Gattuso apresentou a demissão do cargo de selecionador da Itália a três de abril, três dias depois de a equipa falhar o apuramento para o Mundial de 2026.
  • O técnico tinha sido nomeado em junho de 2025, no lugar de Luciano Spalletti, com o objetivo de devolver a Itália a uma fase final de um Mundial desde 2014.
  • A Itália ficou afastada no play-off europeu, no Caminho A, após perder com a Bósnia‑Herzegovina por quatro‑um na marcação de penáltis, após empate a um no tempo regulamentar e na prorrogação.
  • A Federação Italiana de Futebol divulgou ter chegado a acordo com Gattuso para a saída, destacando a dedicação da equipa técnica nos últimos nove meses.
  • O presidente da FIGC, Gabriele Gravina, tinha apresentado a demissão no dia anterior, com o director-geral Gianluigi Buffon já tendo também deixado o cargo.

Gattuso revelou a demissão do cargo de treinador da selecção italiana a 3 de Abril, três dias após a Itália falhar o apuramento ao Mundial 2026. A Federação Italiana de Futebol (FIGC) confirmou a saída, destacando o esforço e a dedicação da equipa técnica nos últimos nove meses.

A saída foi acordada entre o treinador e a federação, que agradeceu a Gattuso e à sua equipa pelo trabalho desenvolvido. O comunicado realçou o compromisso demonstrado ao longo do período em que dirigiram a seleção.

Gattuso assumiu o cargo em Junho de 2025, substituindo Luciano Spalletti, com o objetivo de devolver a Itália aos Mundiais pela primeira vez desde 2014. A derrota nos play-offs frente à Bósnia-Herzegovina, por 4-1 nas penalidades, encerrou a tentativa de qualificação.

Na sequência do desaire, a FIGC anunciou também a demissão do presidente Gabriele Gravina, que ocupava o cargo desde 2018. Gravina era visto como aliado próximo de Aleksander Ceferin, presidente da UEFA. Durante a gestão, a Itália conquistou o Euro 2021, mas falhou Mundiais 2022 e 2026 e foi eliminada nos oitavos de final do Euro 2024.

O director geral da equipa, o antigo guarda-redes Gianluigi Buffon, também já deixou o cargo. A Itália, tetracampeã mundial, encerra a campanha de qualificação sem chegar a uma fase final de Mundial pela terceira vez consecutiva, repetindo desempenhos de 2018 e 2022.

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