- O presidente da Federação Italiana de Futebol (FIGC), Gabriele Gravina, apresentou a demissão após a Itália falhar pela terceira vez consecutiva a qualificação para o Mundial de 2026.
- Gravina ocupava o cargo desde outubro de 2018 e tinha sido reeleito no ano passado.
- A falha da Itália, somada ao fracasso nos Mundiais, marca o mandato com poucos sucessos, incluindo a conquista do Euro 2020 nos penáltis frente à Inglaterra.
- A Itália foi eliminada nos oitavos de final do Euro 2024 pela Suíça, com o resultado de 2-0.
- A FIGC anunciou o processo de sucessão e convocou uma Assembleia Extraordinária Eletiva para 22 de junho, em Roma, para escolher o novo líder.
A presidente da Federação Italiana de Futebol (FIGC), Gabriele Gravina, apresentou a demissão esta quinta-feira, após a Itália falhar pela terceira vez consecutiva a qualificação para o Mundial de 2026. O anúncio ocorreu durante reunião da federação.
Gravina assumiu o cargo em outubro de 2018 e foi reeleito no ano passado. O mandato ficou marcado por altos e baixos, incluindo a vitória nos Penáltis na final do Euro 2020 contra a Inglaterra em Wembley.
A passagem de Gravina fica ainda marcada pela eliminação nos oitavos de final do Euro 2024 frente à Suíça, por 2-0, e pela ausência de passagem aos Mundiais. A demissão foi comunicada na mesma reunião que anunciou o processo de sucessão.
Processo de Sucessão
A FIGC divulgou o início do processo de escolha do novo presidente e convocou uma Assembleia Extraordinária Eletiva para 22 de junho, em Roma. O objetivo é eleger o novo líder da federação italiana de futebol, para suceder Gravina.
Não foram reveladas candidaturas formais no momento do anúncio. A federação destacou a necessidade de continuidade institucional e a transparência no processo de eleição.
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