- Em 2010, o Bodo/Glimt esteve perto da falência e a comunidade uniu-se para ajudar a salvar o clube.
- Na altura, o emblema ainda era relativamente desconhecido nos escalões inferiores da Noruega.
- Magnus Vindenes, membro da claque J-Feltet, afirma ter contribuído para salvar o clube vendendo máquinas de lavar.
- O adepto diz ter vendido “nunca tantas” máquinas de lavar, sublinhando o esforço de angariação de fundos.
- O relato foi feito ao nosso jornal, relembrando a crise que marcou a história recente do Bodo/Glimt.
Em 2010, o Bodo/Glimt enfrentou o risco de falência e a sobrevivência do clube ficou em jogo. A crise atingiu a fases iniciais da década, quando o emblema norueguês ainda lutava para afirmar-se fora dos holofotes europeus.
Entre os que ajudaram a manter o Bodo/Glimt em competição esteve um adepto da claque J-Feltet. O seu testemunho é recordado pela imprensa local, destacando o papel da comunidade na altura crítica do clube.
O adepto, que prefere manter o sigilo, disse ao nosso jornal que a resposta da comunidade foi decisiva para evitar o encerramento das atividades. A ação envolveu a venda de máquinas de lavar, entre outros contributos, num esforço de angariação de fundos.
Crise de 2010
A repercussão dessa iniciativa mostra como o clube conseguiu ultrapassar o período mais grave da sua história recente. O Bodo/Glimt voltou a ajustar as suas finanças e, posteriormente, cresceu a nível nacional e internacional, recuperando a confiança dos adeptos.
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