- O presidente do Marítimo, Carlos André Gomes, disse que ainda faltam nove jogos, tratados como nove finais, para subir à Primeira Liga e que nada está garantido.
- O foco é conquistar os três pontos frente à União de Leiria, mantendo o percurso de subida e lembrando que o caminho continua difícil.
- O líder destacou o trabalho da equipa técnica e elogiou o técnico Vítor Matos pela validação que traz à instituição.
- A direção mantém conversações com a Federação Portuguesa de Futebol para que o título de 1926 seja reconhecido como campeão nacional, similar ao Sporting.
- Foi anunciado o projeto de construção de um novo museu do Marítimo nos Barreiros.
O presidente do Marítimo, Carlos André Gomes, afirmou que a subida à Primeira Liga ainda exige muito trabalho, mesmo com a equipa a liderar o campeonato com 11 pontos de vantagem. O alerta surgiu na apresentação da Comissão de Honra e Comissão Executiva, responsáveis pelas comemorações do centenário do título de 1925/1926.
Gomes sublinhou que restam nove jogos, considerados finais, e insistiu no lema jogo a jogo até ao fim. O objetivo prioritário é ascender à I Liga, mas o líder verde-rubro deixou claro que o título nacional seria a cereja no topo.
O presidente elogiou o treinador Vítor Matos, que iniciou a caminhada no clube antes de rumar ao Swansea, dizendo que as palavras do técnico refletem a grandeza da instituição. As palavras foram recebidas com satisfação pelo clube.
Diálogo com FPF
O Marítimo afirma ser o único campeão insular de Portugal e continua a defender que a Federação Portuguesa de Futebol reconheça o título de 1926 como campeão nacional, em linha com clubes como o Sporting. A direção tem estado em conversações com a FPF e com o presidente Pedro Proença, com o objetivo de esse reconhecimento. Além disso, foi anunciada a construção de um novo museu do clube nos Barreiros.
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