- Os 63 adeptos do Benfica suspeitos de envolvimento numa rixa contra rivais do Sporting vão aguardar a decisão sobre a liberdade, com o Termo de Identidade e Residência (TIR) aplicado aos ‘águias’.
- A decisão para os 61 casuals do Sporting deverá ficar conhecida durante a tarde de hoje, segunda-feira.
- Os confrontos ocorreram nas imediações do Estádio de Alvalade, com adeptos do Benfica ligados ao grupo No Name Boys a confrontarem-se com adeptos do Sporting, sem enquadramento policial inicial.
- A PSP apreendeu engenhos pirotécnicos, ferros, martelos e armas brancas usados nos ataques; no total, 124 adeptos foram detidos.
- Os casuals são um subgrupo ligado ao hooliganismo, caracterizados por não ostentarem símbolos dos clubes e por potenciais confrontos com grupos rivais; existem registos de ataques previamente agendados entre clubes.
Os adeptos radicais dos grandes de Lisboa participaram em confrontos antes de um jogo de futsal. 63 apoiantes do Benfica, com ligações a No Name Boys, aguardam clarificação da investigação na liberdade. A decisão sobre o seu destino deve ficar definida durante a tarde de hoje. Ao Sporting, pertencem 61 casuals, cuja posição também está pendente de determinação.
Na passada quinta-feira, perto do Estádio de Alvalade, a PSP interveio para controlar desacatos entre adeptos de ambos os clubes. Os confrontos ocorreram nas imediações do recinto e envolveram o lançamento de engenhos pirotécnicos, que causaram tumulto por alguns minutos.
No total, foram detidos 124 adeptos. A PSP apreendeu engenhos pirotécnicos, ferros, martelos e armas brancas usados nas agressões, e os vídeos dos incidentes deram largas a várias partilhas nas redes sociais.
Investigação em curso
A autoridade policial aplicou Termo de Identidade e Residência aos adeptos benfiquistas, que vão ser investigados quanto ao papel individual nos acontecimentos. O objetivo é esclarecer responsabilidades de cada arguido no incidente violento.
Detalhes adicionais
Os casos de casuals, um subgrupo ligado ao hooliganismo inglês, destacam-se pela ausência de símbolos clubísticos visíveis e pela propensão para confrontos com rivais. Incidentes pré-agendados entre grupos rivais já ocorreram no passado, com registos de planeamento de horários e interlocução entre grupos.
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