- Apesar da UEFA ter proibido a venda de bilhetes pelo Benfica, alguns adeptos viajaram para Turim com ingressos adquiridos através de endereços IP de Espanha e França.
- Outros foram sem bilhete, na esperança de conseguir uma entrada no local, já que a Juventus avisou de controlo rigoroso no Allianz Stadium.
- Nas bancadas estiveram mais de 41.600 espectadores.
- Perto do hotel do Benfica estiveram dois adeptos italianos de clubes rivais, Marco Mancuzo (Inter) e Valerio Di Schiena (Milan), que participaram na observação da equipa.
- O interveniente do Inter chegou a prever a vitória das águias por 3-1.
O jogo entre Benfica e Juventus, disputado em Turim, teve adeptos do clube português presentes apesar da proibição da UEFA sobre venda de bilhetes pelo Benfica. Alguns ingressos foram adquiridos via IPs de Espanha e França, contornando o sistema de venda.
Outros seguidores viajaram sem bilhete, na esperança de conseguir uma entrada no Allianz Stadium. A Juventus avisou que o controlo de entradas seria rígido, elevando o receio de impedimentos na chegada ao estádio. No total, o recinto recebeu mais de 41 600 espetadores.
Presença de adeptos fora das regras
Entre os seguidores no hotel de Lisboa estiveram dois convidados italianos especiais: Marco Mancuzo, do Inter, e Valerio Di Schiena, do Milan. Ambos acompanharam de perto a vigência de Mourinho e Rui Costa, figuras associadas aos seus clubes no passado.
O encontro entre Benfica e Juventus decorreu com controlo de acesso apertado e várias verificações de bilhete. A situação gerou debates sobre a gestão de entradas e o impacto nas deslocações de adeptos não autorizados.
Segundo relatos, a presença de fãs sem bilhete foi limitada a zonas específicas e não houve relatos imediatos de incidentes relevantes. O caminho para a próxima dupla de jogos segue em investigação pelas autoridades competentes.
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