- Senegal sagrou-se campeão africano pela segunda vez, igualando o feito de 2021, após a final disputada em Rabat.
- No tempo regulamentar, aos 90+24 minutos, Brahim Díaz cobrou uma grande penalidade em Panenka que foi defesa de Mendy.
- A decisão de arbitragem gerou controvérsia e houve recolha parcial da seleção senegalesa ao balneário como sinal de protesto.
- A festa da vitória aconteceu em Rabat, com o Senegal a celebrar o bicampeonato.
- Marrocos continua à espera do primeiro título desde 1976.
O Senegal venceu a final da CAN, assumindo pela segunda vez o título africano, após um encontro marcado por dramáticos momentos de convivência entre o árbitro e a equipa. No último lance regulamentar, aos 90+24 minutos, Brahim Díaz falhou uma penálti em estilo Panenka frente ao guarda-redes Mendy, após uma longa série de decisões contestadas e de um recolher parcial dos jogadores senegaleses ao balneário. A vitória foi celebrada em Rabat, onde o Senegal garantiu o bicampeonato.
A partida envolveu momentos de pressão e volatilidade, com decisões arbitrárias que acenderam polémica entre os adeptos e a equipa senegalesa. O autor do último toque decisivo ficou marcado pela falha, transformando-se no centro da conversa, numa jogada que poderia ter usado o caminho para o título. Em vez disso, Papa Gueye acabou por ser visto como o herói da vitória, ao fazê-lo soar como o vencedor do título em terras marroquinas.
No desfecho, o Senegal consolidou a conquista na presença de fãs e de autoridades locais, celebrando a remontagem de uma campanha que já o havia visto erguer o troféu em 2021. A equipa senegalesa retorna à ribalta africana com o título, enquanto o público acompanha as reações a uma final carregada de tensão e, sobretudo, de momentos decisivos.
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