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Jorge Braz explica ausências de peso no Europeu

Jorge Braz explica ausências, deixa quase uma equipa de fora e aposta em jovens para defender o título europeu de futsal a partir de 21 de janeiro

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Jorge Braz fala sobre ausências no Europeu de futsal
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  • O selecionador Jorge Braz mostrou-se confiante na defesa do título e afirmou que não há pressão excessiva, com o Europeu de futsal a realizar-se de 21 de janeiro a 7 de fevereiro, na Lituânia, Letónia e Eslovénia.
  • Fizeram-se cortes na lista: Zicky Té ficou de fora por lesão e João Matos, jogador experiente, também não integrou o grupo; Braz disse ter deixado quase uma equipa de fora.
  • Destacam-se Rúben Góis, do Rio Ave, e Diogo Santos, do Sporting, que vão estrear-se num Europeu; a aposta combina juventude com experiência.
  • Portugal está no grupo D, com Itália, Hungria e Polónia, e as partidas da fase inicial vão decorrer em Liubliana.
  • Analisando Liubliana, Braz lembrou que é uma casa especial por ter ajudado Portugal a vencer o primeiro Europeu em 2018, mas frisou que isso não garante vantagem; Itália, Hungria e Polónia são concorrentes difíceis.

Jorge Braz, selecionador de futsal de Portugal, apresentou a lista de 14 jogadores para o Campeonato da Europa, que decorre de 21 de janeiro a 7 de fevereiro na Lituânia, Letónia e Eslovénia. O técnico enfatizou a ausência de pressão para defender o título e mostrou-se otimista quanto à campanha.

Entre os ausentes está o jovem Zicky Té, devido a uma lesão, e o fixo João Matos, do Sporting. A escolha baseou-se no momento desportivo dos atletas, com Braz a mencionar ter deixado quase uma equipa de fora. Tornou claro que a decisão foi tomada com base no rendimento recente.

Relativamente à convocatória, sobressaem Rúben Góis, do Rio Ave, e Diogo Santos, do Sporting, que vão estrear-se num torneio desta envergadura. Segundo o selecionador, combinar jovens com jogadores experientes é fundamental para gerir pressão e momentos decisivos.

Grupo e dinâmica da equipa

Portugal compõe o grupo D com Itália, Hungria e Polónia, e as primeiras partidas decorrem em Ljubliana, cidade que marcou a história do futsal nacional ao vencer o Europeu de 2018.

Braz reconheceu que cada equipa apresenta dificuldades, destacando a Itália pela experiência e competitividade, a Hungria pela organização e dinâmica de jogo, e a Polónia pelo crescimento recente, refletido na Taça das Nações.

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