- O presidente do Conselho de Arbitragem, Luciano Gonçalves, e o Diretor Técnico, Duarte Gomes, apresentaram o balanço do arranque do campeonato, incluindo as polémicas no Dragão e na Luz.
- Reafirmaram a decisão de não nomear árbitros estrangeiros, enfatizando transparência e melhoria contínua.
- Acrescentaram que não se pretende castigar árbitros, defendendo proteção através de maior tempo de compensação nas ações.
- Reconheceram que erros vão continuar a acontecer e alertaram para a necessidade de responsabilidade regulatória mais firme.
- Concluíram que, apesar do ambiente tenso, não haverá nomeação de árbitros em direto e continuam as medidas para melhorar a arbitragem em Portugal.
O Conselho de Arbitragem realizou um balanço do arranque do campeonato, destacando as polémicas no Dragão e na Luz, a recusa de recorrer a árbitros estrangeiros e o foco na transparência e melhoria. O encontro foi conduzido pelos responsáveis do CA.
Luciano Gonçalves, presidente do CA, e Duarte Gomes, Diretor Técnico, apresentaram a posição institucional face aos episódios iniciais. Reiteraram que não haverá nomeação de árbitro específico para lidar com incidentes, visando proteger todos os intervenientes.
Os responsáveis deixaram claro que o objetivo é melhorar o desempenho global da arbitragem, sem recorrer a castigos imediatos. Foram discutidas medidas para reforçar a responsabilização, sem recorrer a sanções precipitadas.
Foi enfatizada a necessidade de tempo de compensação adicional para os árbitros em alguns lances, como parte de uma aposta no aperfeiçoamento contínuo. Em paralelo, admitiram que os erros vão continuar a ocorrer, mesmo com avaliações apuradas.
Perspetiva sobre o acompanhamento e a confiança
Duarte Gomes explicou que a estratégia não visa eliminar a pressão, mas assegurar proteção aos árbitros quando a pressão impede uma decisão equilibrada. Afirmou que não há Maradonas na arbitragem e que o que acontece tende a exigir ajustes.
Os responsáveis fecharam o encontro com uma mensagem de compromisso com a transparência e a melhoria constante, mantendo a confiança no processo de aperfeiçoamento da arbitragem em Portugal.
O balanço concluiu que a transparência é o caminho para evoluir a arbitragem nacional, com o objetivo de reduzir situações de dúvida e assegurar decisões mais consistentes ao longo da época.
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