- O Conselho de Arbitragem apresentou o balanço do arranque do campeonato, abordando polémicas com árbitros no Dragão e na Luz, bem como referências à “Bíblia para os próximos 12 anos”.
- O presidente do CA, Luciano Gonçalves, e o Diretor Técnico, Duarte Gomes, fizeram as explicações sobre o início da época.
- Foi anunciado o triplicar do número de árbitros.
- Destacou-se o acompanhamento pela secção profissional e a necessidade de disciplina mais punitiva.
- Os responsáveis defenderam nomeações para proteção, não apenas para castigar, assegurando que não serão feitas em direto.
O presidente do Conselho de Arbitragem (CA) e o Diretor Técnico apresentaram o balanço do arranque do campeonato. O foco esteve nas polémicas envolvendo árbitros nos jogos do Dragão e da Luz, bem como na estratégia para reforçar o quadro de juízes e melhorar o acompanhamento técnico.
Luciano Gonçalves e Duarte Gomes sublinharam que o objetivo passa por triplicar o número de árbitros ativos. O objetivo é ter mais profissionais disponíveis para nomeações e para acompanhar a evolução dos interventores em campo. Também foi mencionada uma revisão dos processos de avaliação e formação.
Foi enfatizado o papel preventivo do acompanhamento pela secção profissional, com reforço de métodos de supervisão e disciplina. A defesa foi de que as nomeações não devem servir apenas para punir, mas também para proteger a integridade das partidas e a segurança de jogadores e oficiais.
Planos para o quadro de árbitros
O CA detalhou medidas para ampliar a rede de árbitros, com critérios de seleção mais rigorosos e formação contínua. A intenção é melhorar a qualidade das decisões e reduzir episódios de controvérsia.
Analistas citam a importância de métricas de desempenho, feedback estruturado e acompanhamentos periódicos para assegurar conformidade com os regulamentos.
O anúncio ocorreu durante a apresentação de resultados do início da temporada, com foco na sustentabilidade do sistema de arbitragem.
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