- Álvaro Magalhães criticou as escolhas de Roberto Martínez no jogo de Portugal frente à RD Congo, que terminou 1-1.
- O antigo internacional defendeu que Gonçalo Ramos devia ter entrado mais cedo.
- Magalhães afirmou não ter compreendido a substituição de Vitinha aos 83 minutos.
- Questionou ainda a colocação de Bernardo Silva na faixa direita.
- A partida marcou a estreia de Portugal no Mundial de 2026.
Álvaro Magalhães criticou, esta terça-feira, as escolhas de Roberto Martínez no encontro entre Portugal e a RD Congo, que terminou empatado a um golo na fase de grupos do Mundial 2026. O antigo internacional falou à Record, apontando falhas no planeamento e nas alterações efetuadas.
Segundo o ex-defensor do Benfica, Gonçalo Ramos deveria ter entrado mais cedo no decorrer da partida, para tentar abrir diferença frente a uma defesa adversária firme. Acritério de entrada não foi verificado até perto do final.
Magalhães também questionou a sustituição de Vitinha, aos 83 minutos, dizendo não ter percebido a opção do treinador. O comentário mira as decisões táticas que, na visão do comentador, teriam influenciado o desfecho do encontro.
Análise de Magalhães
O antigo jogador defende que o timing das mudanças é crucial, sobretudo num Mundial com adversários competentes. O desempenho de Gonçalo Ramos é visto como determinante para reagrupar o ataque, segundo a leitura do mestre nesta matéria.
Além disso, o criticado redimensionamento de Bernardo Silva para a faixa direita fica na lista de dúvidas de Magalhães, que considera a posição mais natural para o internacional. As palavras dele chegam numa altura de avaliação do desempenho da seleção.
O Portugal- RD Congo realizou-se no âmbito do Mundial 2026, com a equipa lusa a procurar vitória para consolidar a liderança do grupo. O resultado deixou ambos os conjuntos com possibilidades de avançar na competição.
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