O atual clima de violência no Médio Oriente está a colocar em dúvida a realização de parte da temporada de Fórmula 1 de 2026. Estados Unidos e Israel lançaram ataques com mísseis na região, provocando encerramento de espaço aéreo de países como o Qatar, o Bahrein e os Emirados Árabes Unidos. Esses territórios são frequentemente escalas para as equipes que viajam para a Austrália, onde começa o campeonato.
O Grande Prémio da Austrália, marcado para este domingo, mantém-se, até ao momento, sem indicação de adiamento. Esperam-se treinos livres realizados conforme o previsto, embora persista incerteza logísticas para as equipas que utilizam rotas pela região.
Mohammed bin Sulayem, presidente da FIA, emitiu um comunicado na segunda-feira para indicar que a organização acompanha a situação com cautela. O documento afirma que a segurança e o bem-estar guiarão as decisões relativas aos eventos no Médio Oriente e que várias avaliações estão a decorrer.
Reação da FIA
A nota pública destaca que o órgão está em contacto com clubes, promotores, equipas e parceiros locais. O objetivo é manter a estabilidade e proteger civis, enquanto se avaliam os impactos sobre o Mundial de Resistência e o Campeonato Mundial de Fórmula 1.
A FIA reforça ainda o compromisso com o diálogo e com a cooperação internacional para entender as consequências da escalada de violência. O comunicado não estabelece prazos, limitando-se a indicar que as decisões serão tomadas com base em informações atualizadas e responsabilidade.
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