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Sabalenka e Rybakina vão prolongar a rivalidade na final do Open da Austrália

Sabalenka e Rybakina disputam a final do Open da Austrália, repetindo duelo entre as duas melhores do mundo em piso duro, com Sabalenka dominante e Rybakina sem ceder sets em 2026

Elena Rybakina em acção no Open da Austrália
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  • Aryna Sabalenka qualificou-se para a final do Open da Austrália pela quarta vez consecutiva, após derrotar Elina Svitolina por 6-2, 6-3.
  • Elena Rybakina chega à final sem ceder qualquer set, vencendo Jessica Pegula por 6-3, 7-6 (9/7).
  • A final enfrenta as mesmas jogadoras pela 15.ª vez, com Sabalenka a defender o título conquistado em 2023 e 2024.
  • Desde 2000, as mesmas duas tenistas não disputavam o título na Austrália após definirem o derradeiro encontro da temporada anterior.
  • Sabalenka lidera o confronto direto por 8-6 e nunca perdeu uma de 11 partidas em 2026.

Aryna Sabalenka garantiu outra final no Open da Austrália, mantendo a sua presença dominante em piso rápido. A bielorrussa, de 27 anos, qualificou-se para a quarta final consecutiva no Australian Open, na Rod Laver Arena, após vencer Elina Svitolina em straight sets.

A adversária na final será Elena Rybakina, número dois do mundo. A kazaque também chegou à final sem ceder um set, repetindo o duelo de 2023 que ficou com Sabalenka. Rybakina volta a uma final de um grande desde Wimbledon.

Sabalenka venceu Svitolina por 6-2, 6-3, num encontro de 76 minutos. Com 29 golpes vencedores e sem aces, a jogadora seguiu firme na rede e consolidou pontos em várias jogadas, fechando a vitória sem ceder o set.

Rybakina disputou a 8.ª final de Grand Slam e a 15.ª frente à Sabalenka, com quem mantém registo de 8-6 nos confrontos diretos. A final entre ambas repete o duelo de há três anos, vencido pela bielorrussa.

A tenista europeia derrotou Jessica Pegula, por 6-3, 7-6 (9/7). O duelo terminou com uma resposta agressiva de Rybakina, que se manteve firme nos momentos decisivos, mesmo quando Pegula chegou a ter dois set-points no tie-break.

Rybakina reconheceu o nervosismo na altura chave do jogo, sobretudo ao servirem para terminar o encontro, mas concluiu que a vitória acabou por sorrir-lhe. A jogadora comentou ainda a evolução do seu jogo em 2026.

No historial de confrontos, Sabalenka lidera por 8-6, com o último triunfo de Rybakina a ocorrer há cerca de dois meses e meio, na final das WTA Finals. As duas tenistas repetem uma final de Grand Slam que não ocorria desde 2000 no Open da Austrália.

Amanhã, a sessão noturna centra-se no quadro masculino: Carlos Alcaraz frente a Alexander Zverev, e Jannik Sinner diante de Novak Djokovic, num conjunto de meias-finais muito aguardadas pelos fãs do ténis.

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