O Grande Prémio do Qatar de Fórmula 1 exige gestão cuidadosa dos pneus. A Pirelli limitou já a 25 voltas por conjunto para evitar desgaste excessivo, devido ao traçado de Lusail. Surge, porém, um novo fator de risco associado à gravilha da pista.
Cortes profundos na banda de rodagem foram encontrados em vários conjuntos de pneus. A gravilha é causada pelos escapamentos dos carros ao libertar cinzas quando em pista off-track, aumentando com novas faixas. Os furos são uma possibilidade real, especialmente na sprint.
Simone Berra, engenheiro-chefe da Pirelli, explicou que o circuito acrescentou três a quatro faixas de gravilha em relação ao ano passado. Pilotos que forcem os limites arriscam cortes que podem expor a estrutura do pneu, elevando o risco de furo caso a gravilha persista.
Berra afirma que, apesar de a sprint manter os pneus em pista maior parte do tempo, a gravilha continua a ser preocupação. O supervisor revelou que alguns cortes foram profundos, chegando à estrutura, o que exige monitorização durante a sprint e na corrida principal.
O Qatar recebe este fim de semana o penúltimo Grande Prémio de Fórmula 1 de 2025, com Lando Norris, Max Verstappen e Oscar Piastri na luta pelo título. A sprint está marcada para sábado às 14h, a corrida principal para domingo às 16h.
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