Após o Grande Prémio do Brasil, no qual Charles Leclerc e Lewis Hamilton não finalizaram a corrida, o presidente da Ferrari, John Elkann, pediu aos pilotos que falassem menos e se concentrassem apenas na condução. A intervenção gerou reação no paddock e voltou a colocar tema de gestão de comunicação no seio da escuderia italiana.
Ralf Schumacher, ex-piloto de Fórmula 1 e irmão de Michael Schumacher, criticou as declarações de Elkann, considerando-as injustas especialmente com Leclerc. O alemão sugeriu que o monegasco deveria ter um plano B, defendendo que o jovem piloto está a cumprir a função como parte da equipa e a mostrar boa adaptação ao conjunto. A análise foi feita em comentário para a Sky Sports.
Sobre Hamilton, o comentador afirmou que o britânico não tem correspondido às expectativas no primeiro ano com a Ferrari. A leitura de Ralf é de que a fala de Elkann foi séria e carregada de tensão, reconhecendo a pressão gerada pela contratação do piloto inglês e pela gestão do projeto, que, na visão dele, não tem recorrido ao nível desejado para a temporada.
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