- A Rua D. Afonso Henriques, na fronteira entre Maia e Gondomar, foi arranjada pela metade, apenas o lado da Maia foi asfaltado.
- Moradores e comerciantes criticam o estado da via e dizem que o outro município também devia ter intervindo.
- As explicações das câmaras são vistas como desencontradas pelos residentes.
- Maria Tereza, moradora de 67 anos, afirma que é feio a rua ficar assim e reforça o descontentamento com o reparo desigual.
O pavimento da Rua D. Afonso Henriques, na fronteira entre Maia e Gondomar, foi arranjado pela metade. Enquanto o lado pertencente à Maia ficou asfaltado, o flanco que pertence a Gondomar ficou por concluir.
Moradores e comerciantes criticam a reparação, apontando que a intervenção apenas no lado maiense cria uma assimetria visível e prejudica a circulação e a imagem da zona, o que gera desvalor para negócios locais.
Alguns residentes afirmam que a decisão dos municípios não foi coordenada, e que as explicações dadas pelas câmaras não foram consistentes, levando a dúvidas sobre o planeamento da obra e o cronograma de conclusão.
Reações e perspetivas
Quem passa pela Rua D. Afonso Henriques observa a divisão entre os dois municípios, com o asfalto em bom estado apenas de um lado. O sentimento comum é de que a intervenção deveria abranger a totalidade da via para evitar disparidades.
Fonte municipal aponta que as obras são da competência de cada concelho, sem indicar prazo definido para a finalização do outro lado. A situação continua a ser tema de queixa de residentes e comerciantes da área.
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