- Jornalista libanesa Amal Khalil morreu em ataque aéreo israelita em al-Tiri, no sul do Líbano, na quarta-feira.
- Outra jornalista, Zeinab Faraj, ficou ferida; equipes de busca, com o Exército libanês e a Cruz Vermelha, conseguiram recuperar o corpo de Amal Khalil.
- O jornal Al-Akhbar confirmou a morte de Amal Khalil, descrevendo-a como mártir em cumprir o seu dever jornalístico.
- O Exército israelita afirmou ter identificado dois veículos no sul do Líbano que saíram de uma estrutura militar do Hezbollah e ter atingido um deles.
- Os Estados Unidos apelaram aos seus cidadãos no Líbano para deixarem o país antes das negociações com Israel.
A jornalista libanesa Amal Khalil morreu na sequência de um ataque aéreo israelita na localidade de al-Tiri, no Sul do Líbano, esta quarta-feira. A Defesa Civil confirmou a morte, que também foi reportada pelo jornal Al-Akhbar, onde trabalhava.
Outra jornalista, Zeinab Faraj, ficou ferida no ataque. Equipes da Defesa Civil, com o Exército libanês e a Cruz Vermelha, recuperaram o corpo de Amal Khalil após buscas na zona. Faraj foi socorrida, mas a operação enfrentou disparos de aviso.
O ataque teve como alvo a cidade de al-Tiri, segundo os relatos iniciais. O Exército israelita afirmou ter identificado dois veículos no sul do Líbano que saíram de uma estrutura militar ligada ao Hezbollah e ter atingido um deles, alegando ameaça.
Situação no terreno e tempo
Fontes próximas indicaram que, após várias horas, paramédicos, Finul e o Exército libanês conseguiram entrar na localidade para buscar Amal Khalil, acompanhados por uma escavadora para remover detritos.
Amal Khalil era correspondente experiente do Al-Akhbar e cobria o sul do Líbano, especialmente o conflito entre o Hezbollah e Israel. A jornalista costumava trabalhar com Zeinab Faraj, fotógrafa independente.
O governo americano pediu aos seus cidadãos no Líbano que evacuem o país, em contexto de negociações entre Israel e potenciais entidades regionais em curso na região.
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