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Mais de 100 fósseis de pterossauros descobertos no sítio El Pozo, Espanha

Descoberta em El Pozo, Teruel, regista mais de cem fósseis de pterossauros, tornando o local um dos principais sítios de répteis voadores na Península Ibérica

Fósseis de pterossauros descobertos no sítio de El Pozo, Espanha, pela equipa da Fundação Paleontológica Teruel-Dinópolis
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  • Mais de cem fósseis de pterossauros foram descobertos no sítio El Pozo, na província de Teruel, Aragão, Espanha.
  • A descoberta ocorreu durante as campanhas de escavação da Fundação Paleontológica Teruel-Dinópolis.
  • Os restos incluem fragmentos de mandíbula, várias vértebras, um úmero, falanges da asa e uma omoplata-coracoide.
  • A preservação delicada e a estrutura oca dos ossos tornam a descoberta particularmente significativa, sendo a primeira evidência concreta de pterossauros do Jurássico Superior na região centro‑oriental da Península Ibérica.
  • A análise dos fósseis ajudará a compreender ecossistemas costeiros do leste da Ibéria entre 145 e 150 milhões de anos, com alguns restos já atribuídos ao grupo dos pterodactilóides, e apresentados no Paleo-NE 2025/7º Congresso Internacional do IMERP.

A equipa da Fundação Paleontológica Teruel-Dinópolis desenterrou mais de uma centena de fósseis de pterossauros no sítio de El Pozo, na província de Teruel, Espanha. A descoberta ocorreu durante as recentes campanhas de escavação e trabalhos preparatórios realizados no local.

El Pozo situa-se na comunidade autónoma de Aragão, no nordeste de Espanha, e é considerado um dos sítios mais relevantes para répteis voadores na Península Ibérica. Os restos incluem múltiplos fragmentos de mandíbula, vértebras, um úmero, falanges das asas e uma omoplata-coracoide.

A investigação aponta para uma acumulação rara de fósseis numa área pequena, com estado de conservação delicado. A estrutura oca e leve dos ossos de pterossauros explica a necessidade de técnicas de escavação e consolidação em laboratório de elevada precisão.

Importância científica

O registo de pterossauros do Jurássico Superior na Península Ibérica é escasso, tornando El Pozo a primeira evidência concreta deste grupo na região centro-oriental da península. A descoberta pode esclarecer ecossistemas costeiros do leste da Ibéria entre 145 e 150 milhões de anos.

Alguns fósseis já foram atribuídos ao grupo dos pterodactilóides, segundo apresentação de resultados no Paleo-NE 2025/7º Congresso Internacional do IMERP, realizado no Brasil. As conclusões permitem ampliar o conhecimento sobre a fauna voadora da época.

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