- Eduardo Souto Moura revelou ter reunido com Cristiano Ronaldo em Manchester, a pedido de António Salvador, para discutir a construção de uma mansão para o jogador.
- O projeto não avançou porque, para o erguer, seria necessário abater 16 sobreiros, levando o arquiteto a sugerir a mudança de terreno.
- A reunião foi marcada por interrupções frequentes, já que Ronaldo saía a cada quarto de hora para fazer a manutenção.
- Sobre as pretensões da casa, o arquiteto disse que Ronaldo desejava dez quartos e um jacuzzi aos pés da cama, ideia que foi rejeitada por questões de segurança e de conforto.
- Ronaldo acabou por não avançar com o projeto, chegando a dizer ao agente que iria para o Real Madrid e não faria a casa.
Eduardo Souto Moura revelou ter recebido um pedido para desenhar a casa de Cristiano Ronaldo, em Manchester, a pedido de António Salvador, então presidente do Sporting de Braga. O projeto não avançou, porque, para o construir, seria necessário abater sobreiros.
O arquiteto descreveu a deslocação a Manchester para uma reunião com o jogador. A conversa, segundo Souto Moura, era interrompida de cada quarto de hora para que Ronaldo fosse realizar a manutenção. A negociação ficou parada sem que se avançasse com o pedido.
A razão prática para a suspensão do projeto passou pelo terreno escolhido: a casa seria tão grande que exigiria cortar 16 sobreiros. O arquiteto diz ter sugerido mudar de terreno, uma ideia que não agradou ao jogador, que acabou por se afastar do negócio e alegadamente procurar outra equipa de apoio.
Detalhes do que foi proposto
Souto Moura descreve que Ronaldo pretendia uma casa com dezenas de quartos, incluindo um jacuzzi perto da cama. O arquiteto recorda ainda que, para evitar riscos, não recomendou esse tipo de arranjo. No conjunto, a moradia tinha cerca de 10 quartos, segundo o relato do arquiteto.
O projeto não foi para a frente, entre outros fatores, pela dimensão da casa e pela necessidade de ficar num terreno compatível com o conceito. A conversa com Ronaldo, ainda que marcada pela troca de ideias, não resultou na assinatura de contrato. A entrevista foi publicada pelo jornal Público.
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