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Falsa aquisição de empresas portuguesas desencadeia mega-burla na Espanha

Burla de cinquenta milhões via compra falsa de empresas portuguesas leva a investigação da Polícia Judiciária em Portugal; cabecilha de 43 anos identificado

O CEO da empresa detida pela seguradora Zurich, e o banco Santander, foi alvo do crime
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  • Uma mensagem via WhatsApp ofereceu a compra de empresas estratégicas em Portugal, dando origem a uma burla que lesou Zurich e Santander em cerca de 50 milhões de euros.
  • A operação envolveu um cabecilha da fraude, que foi investigado pela Polícia Judiciária (PJ).
  • Cláudio Chiesa, CEO da empresa espanhola vítima, desbloqueou o pagamento, que chegou a Portugal em várias parcelas.
  • Além do cabecilha, a PJ identificou outras 10 pessoas envolvidas no esquema.
  • O dinheiro foi branqueado em contas abertas em nome de empresas, conforme o inquérito-crime.

Uma burla envolvendo a venda falsa de empresas em Portugal levou a uma operação da Polícia Judiciária (PJ) em território nacional e internacional. Uma mensagem enviada via WhatsApp terá dado início ao golpe, alegando a aquisição de empresas estratégicas em Portugal.

A investigação aponta para um cabeção da fraude, um homem de 43 anos, identificado pela PJ como líder do esquema. A ação visou uma seguradora e um banco espanhóis, a Zurich e o Santander, que sofreram perdas de cerca de 50 milhões de euros.

Cláudio Chiesa, CEO da empresa vítima, terá desbloqueado o pagamento da verba. A transferência foi recebida em Portugal, sob coordenação do cabeção da operação. A PJ já abriu inquérito-crime para desvendar a cadeia de responsabilidades.

Foram ainda identificadas outras 10 pessoas envolvidas no esquema. Segundo a investigação, o montante foi bancarizado em várias parcelas e branqueado através de contas abertas em nome de empresas, ocultando a origem dos fundos.

Detalhes da operação e próximos passos

A PJ mantém contactos com entidades internacionais para consolidar testemunhos e documentos. O inquérito aponta para uma rede alargada com ramificações transnacionais, cuja evolução continua a ser acompanhada pela justiça.

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