- O Tribunal de Viana do Castelo condenou cinco arguidos a penas efetivas entre dois anos e nove meses e três anos e onze meses de prisão, pelos crimes de associação criminosa, roubo na forma tentada em coautoria, posse de armas proibidas e falsificação de documentos (matrículas dos automóveis).
- Quatro arguidos ficaram com penas suspensas entre dois anos e três meses e três anos e cinco meses, com suspensão entre três e quatro anos, incluindo uma mulher no grupo.
- A suspensão decorre do tribunal não ter provado que esses quatro entraram na ourivesaria assaultada em Valença.
- Os quatro arguidos libertados terão de pagar ao Estado entre cinco mil e dez mil euros no prazo de um ano.
- Os cinco arguidos condenados a penas efetivas aguardam o acórdão transitado em julgado em prisão preventiva, por risco de fuga.
O Tribunal de Viana do Castelo condenou, nesta sexta-feira, cinco dos nove arguidos da rede criminosa responsável por assaltos a ourivesarias no Alto Minho com penas efetivas de prisão. Os restantes quatro acusados tiveram as penas suspensas.
As condenações definitivas variam entre dois anos e nove meses e três anos e 11 meses de prisão. Foram aplicadas por crimes de associação criminosa, roubo na forma tentada em coautoria, posse de armas proibidas e falsificação de documentos (placas de veículos).
A agência de justiça informou que os quatro arguidos com penas suspensas ficaram entre dois anos e três meses e três anos e cinco meses, com a suspensão efetiva entre três e quatro anos. A suspensão deveu-se ao facto de o tribunal não ter provado que entraram na ourivesaria em Valença.
Esses quatro arguidos, libertados nesta sessão, ficam obrigados a pagar entre 5.000 e 10.000 euros ao Estado no prazo de um ano. Enquanto isso, os cinco condenados com penas efetivas vão permanecer em prisão preventiva até o acórdão transitar em julgado, por risco de fuga.
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