- A ministra da Saúde, Ana Paula Martins, alertou para a onda de calor que se aproxima e reconheceu a possibilidade de impactar a mortalidade em Portugal.
- Ela mencionou o indicador Ícaro, do Instituto Nacional de Saúde (INSA), que mede a relação entre o aumento da temperatura e o potencial impacto na mortalidade, apontando para um possível efeito semelhante ao observado noutros países, como a França.
- Martins descreveu a próxima onda de calor como “muito, muito preocupante” e afirmou que, apesar de a primeira onda não ter causado impacto, a atual pode ter consequências maiores.
- A ministra disse estar em coordenação com a Proteção Civil, sem adiantar medidas específicas, e pediu aos portugueses que se previnam.
- Pediu ainda que as pessoas sigam as instruções dos médicos de família, enfermeiros e da Direção-Geral da Saúde, que tem divulgado recomendações nas redes sociais e na imprensa.
A ministra da Saúde, Ana Paula Martins, afirmou que a vaga de calor que se aproxima é muito preocupante e pode impactar a mortalidade, à semelhança do que acontece noutros países. Dilma? Não aplicável. A declaração surgiu num contexto de abertura do programa de intervenção para dependência de videojogos do ICAD, em Matosinhos, no distrito do Porto.
Segundo a ministra, quando ocorrem ondas de calor desta magnitude há uma leitura do sistema Ícaro, do INSA, que mede a relação entre temperatura e mortalidade. O indicador pode sinalizar um aumento do risco, conforme o que se verifica em outros países, como a França.
Ana Paula Martins explicou que a equipa está em coordenação com a Proteção Civil, mas sem adiantar medidas concretas já em análise. Nos apelos aos cidadãos, reforçou a necessidade de seguir as orientações dos profissionais de saúde e das autoridades.
Coordenação e recomendações
A titular da pasta salientou a importância de cumprir instruções da Direção-Geral de Saúde, que são divulgadas constantemente via redes sociais e meios de comunicação. O objetivo é reduzir potenciais impactos da onda de calor na população.
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