- Um cidadão português morreu na sequência dos sismos na Venezuela; foi retirado dos escombros com vida, mas acabou por falecer a caminho do hospital.
- O Ministério dos Negócios Estrangeiros afirmou condolências à família e solidariedade às autoridades venezuelanas.
- O MNE já tinha indicado que pelo menos cinco portugueses estavam desaparecidos, quatro deles de uma mesma família.
- Dois sismos de magnitude 7,2 e 7,5 atingiram a Venezuela na quarta-feira, com cerca de vinte réplicas, causando 164 mortos e mais de 900 feridos, segundo o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS).
- La Guaira, a norte de Caracas, foi uma das zonas mais atingidas e as autoridades venezuelanas decretaram o estado de emergência.
Pelo menos um cidadão português morreu na sequência dos dois sismos que atingiram a Venezuela na quarta-feira, informou o Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE) de Portugal. A vítima, homem, foi retirada dos escombros com vida, mas acabou por falecer a caminho do hospital.
O MNE já tinha referido que pelo menos cinco portugueses estavam desaparecidos após os abalos, quatro deles pertencentes a uma família. A referência pública foi atualizada com o desfecho sobre a morte de um cidadão.
Dois grandes sismos abalaram a Venezuela na quarta-feira, com magnitudes de 7,2 e 7,5, de acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS). O segundo abalo ocorreu cerca de 20 réplicas seguiram-se ao epicentro inicial, segundo o USGS.
No território venezuelano, dezenas de edifícios ruíram ou ficaram gravemente danificados, sobretudo na região de La Guaira, situada a norte de Caracas, uma das áreas mais afetadas. As autoridades locais declararam estado de emergência.
Desdobramentos e resposta
A Defesa Civil venezuelana continua a avaliar danos e a coordenar operações de socorro. O Governo de Caracas antecipa novos comunicados sobre o número de vítimas e de desalojados, bem como sobre ajuda humanitária requerida.
Instituições internacionais têm sido consultadas para apoio logístico e médico. Até ao momento, não foram divulgados detalhes sobre a proveniência de outras vítimas nacionais ou estrangeiras. A embaixada portuguesa acompanha a evolução dos registos.
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