- Carlos Moedas afirmou que, em 2029, haverá maior maioria absoluta em Lisboa, durante o Congresso Nacional do PSD realizado em Anadia.
- Luís Montenegro anunciou Moedas como um dos novos vice-presidentes social-democratas do partido.
- O autarca de Lisboa lembrou as vitórias autárquicas na capital e garantiu que, em 2029, a vitória será por “muito mais”.
- Criticou o PS pela “política do anunciar e não fazer”, destacando que Lisboa entregou 3.200 casas em quatro anos, frente a uma média anterior de 17 por ano.
- Apontou o Chega como inadequado para Portugal, elogiando Cavaco Silva como modelo de coragem e equilíbrio para reformas.
Carlos Moedas subiu à tribuna do Congresso Nacional do PSD, em Anadia, para apresentar objetivos eleitorais. O autarca de Lisboa é apontado como um dos novos vice-presidentes sociais-democratas, anunciados pelo líder Luís Montenegro.
No discurso, Moedas afirmou que, nas autárquicas, a vitória em Lisboa teve diferença de 2.294 votos na primeira e de várias vezes superior na segunda. Garantiu que, em 2029, o objetivo é uma maioria absoluta em Lisboa.
O correio político foi marcado por críticas aos adversários. O presidente da Câmara de Lisboa apontou a comparação entre a gestão PS, alegando atraso em obras, e a entrega de habitações, segundo o relato. Atacou também o Chega e a esquerda, defendendo uma leitura do país sem alarmismo.
Moedas citou Cavaco Silva como modelo, referindo o equilíbrio entre reforma e liberdade. Assumiu que a liderança de Cavaco representa coragem de decisão e reformismo, atribuindo ao PSD um papel central nesse legado.
O presidente da Câmara de Lisboa afirmou que as grandes reformas tiveram a marca do PSD e que o Governo liderado por Luís Montenegro tem trabalhado para honrar esse legado. Reforçou a ideia de renovação desse eixo político.
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