- Populares reuniram-se à porta do Tribunal de Vila Pouca de Aguiar para assistir e insultar Eulália Silva.
- Ela saiu do tribunal algemada, com as mãos à frente, após a emissão de medida de coação que a encaminha para a cadeia.
- Houve tentativa de agressão física, incluindo puxões de cabelo, durante a saída do edifício.
- A revolta foi intensa, com algumas pessoas a chorarem ao falar de Lara.
- Os manifestantes questionavam o que alegadamente aconteceu, repetindo frases como “Como é que é possível?” e “Como se mata assim uma criança?”.
Para a sexta-feira, populares reuniram-se à porta do Tribunal de Vila Pouca de Aguiar para assistir a Eulália Silva e proferir insultos. Ela saiu do edifício sob gritos e tentativas de agressão. Estava algemada com as mãos à frente do corpo, a caminho da cadeia.
O episódio ganhou contornos de revolta entre quem ali se manteve. Parte da multidão tentou aproximar-se para falar com ela, levando a empurrões e tentativa de contacto físico. O objetivo parecia ser perceber o que motivou a decisão judicial.
Entre os presentes, houve quem chorasse ao mencionar Lara, a criança associada ao caso. Questionavam-se as circunstâncias que levaram ao veredito e à forma como tudo se passou fora do tribunal.
Desdobramentos do episódio
A saída de Eulália Silva manteve o foco da cobertura no ambiente de contestação popular. As autoridades não divulgaram entrevistas imediatas, mas confirmaram que a decisão de coação foi cumprida. Mais detalhes do processo não foram tornados públicos no local.
Não foi possível obter declarações oficiais naquele momento. As informações disponíveis apontam para uma fase inicial de deslocação da arguida para estabelecimento prisional, após a leitura da medida.
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