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Madrasta mata a sangue-frio e afirma que não foi ela no crime, em tribunal

Caso de madrasta que assassinou Lara, oito anos, e deixou o corpo na serra de Vila Pouca de Aguiar; defesa afirma ouvir vozes e nega ser autora do crime

Lara foi morta pela madrasta
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O Doa a Quem Doer desta semana aborda o caso da madrasta que matou Lara, uma menina de oito anos, e deixou o corpo numa serra em Vila Pouca de Aguiar. O crime chocou a comunidade local e está a ser acompanhado pela justiça.

A vítima era filha da mãe biológica da criança e a madrasta figura na investigação inicial, com a família a colaborar com as autoridades. O crime levou à abertura de um inquérito e à realização de perícias no local onde ocorreu o corpo.

Segundo declarações de autoridades, a suspeita alega ouvir vozes e sustenta que não pretendia prejudicar a menina. O Ministério Público e a polícia continuam a recolher elementos para determinar as circunstâncias do crime.

As autoridades destacam que o processo encontra-se em fase de recolha de testemunhos e de evidências. Ainda não foi apresentada uma leitura definitiva dos factos, mantendo-se o segredo de justiça em vigor.

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