- Na cimeira da União Europeia, Portugal e 15 países da região de coesão rejeitaram cortes nas negociações orçamentais.
- A posição visa manter o enquadramento orçamental sem reduções significativas nos acordos em análise.
- A notícia completa está disponível apenas para subscritores.
- Não foram adicionais detalhes divulgados neste resumo público.
Durante a cimeira da União Europeia, Portugal e 15 países da coesão rejeitaram cortes nas negociações orçamentais para o próximo quadro financeiro plurianual. A posição foi apresentada no contexto das negociações entre Estados-membros.
A prioridade é manter o montante atual de riqueza destinada à coesão e às regiões menos desenvolvidas, evitando reduções que possam afetar investimentos regionais, infraestruturas e políticas de coesão.
Segundo notificações oficiais, a oposição aos cortes visa assegurar a continuidade de programas de convergência económica e social que dependem de fundos estruturais para a sua execução.
Apoiada por uma aliança de estados menos favorecidos, a posição visa preservar o equilíbrio entre as regiões e garantir previsões estáveis para gastos públicos de longo prazo na UE.
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