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Ataques russos matam 11 civis e danificam mosteiro UNESCO em Kiev

Ataques russos matam 11 civis e danificam o Mosteiro de Kiev-Pechersk Lavra, Património Mundial da UNESCO, aumentando condenação internacional e sanções a Moscovo

Imagem do ataque ao Mosteiro de Kiev-Pechersk Lavra
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O ataque russo da noite passada deixou pelo menos 11 mortos e 35 feridos em várias cidades da Ucrânia. Entre os alvos, destaca-se o Mosteiro de Kiev-Pechersk Lavra, património mundial da UNESCO, atingido por dois drones segundo autoridades ucranianas. Kiev acusa Moscovo de atacar deliberadamente o complexo histórico.

As autoridades locais detalham danos significativos no recinto monástico, fundado no século XI e de grande importância para a Igreja ortodoxa. O episódio elevou o tom da crise entre a Ucrânia e a Rússia, com o presidente Volodymyr Zelensky a descrever o ataque como um dos crimes mais graves contra a cultura cristã.

O Presidente ucraniano afirmou que a ofensiva revela a determinação russa de prosseguir a guerra, apelando a uma resposta firme dos aliados. Durante a cimeira do G7 em Évian-les-Bains, pediu maior pressão internacional e apoio à defesa aérea, especialmente às capacidades antibalísticas da Ucrânia.

A União Europeia renovou as sanções contra a Rússia, abrangendo dezenas de indivíduos e entidades. O objetivo é limitar o setor militar e industrial russo, reduzir receitas energéticas e expor violações de direitos humanos, bem como críticas à observância das convenções internacionais.

A ler nos despachos oficiais, a UE e a Comissão Europeia condenaram os ataques contra civis e o património, reforçando que tais ações constituem crimes de guerra. A diplomacia europeia reiterou que a agressão expõe o uso de propaganda e desrespeito pelo direito internacional.

Entre as reações internacionais, o presidente francês reiterou a determinação de trabalhar por um cessar-fogo, com promessas de discutir passos adicionais na senda de negociações no contexto do G7. O Kremlin mantém a versão de que houve ataques a alvos militares e não visaram monumentos religiosos.

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