- O Ministério Público acusa de homicídio negligente grosseiro o condutor que atropelou Pedro Sobral, presidente da APEL, em Lisboa.
- O acidente ocorreu na Avenida da Índia, na manhã de 21 de dezembro de 2024, quando a vítima seguia de bicicleta com um amigo.
- O condutor, com cerca de 30 anos, fugiu do local e só se apresentou às autoridades mais de quatro horas depois.
- Além do homicídio negligente grosseiro, o arguido é julgado por condução perigosa e omissão de auxílio, tendo ainda quatro contraordenações rodoviárias graves e muito graves.
- O MP requer a inaptidão para conduzir e a cassação da carta de condução.
O Ministério Público acusou de homicídio negligente grosseiro o condutor que atropelou mortalmente Pedro Sobral, presidente da APEL, em Lisboa. O acidente ocorreu na manhã de 21 de dezembro de 2024, na Avenida da Índia, quando a vítima seguia de bicicleta, acompanhada por um amigo.
Segundo a acusação, o arguido, com cerca de 30 anos, conduzia o automóvel que abalroou o ciclista, provocando ferimentos mortais. Após o atropelamento, o condutor colocou-se em fuga.
O MP acrescenta que o homem só se apresentou às autoridades mais de quatro horas depois do sucedido. O despacho de acusação indica que o arguido é acusado de homicídio por negligência grosseira.
Além de homicídio por negligência grosseira, o arguido será julgado por condução perigosa e omissão de auxílio. Registaram-se quatro contraordenações rodoviárias graves e muito graves.
O MP solicita que o arguido seja considerado inapto para conduzir e que a carta de condução seja cassada. A acusação manterá o enquadramento dos factos na legislação penal aplicável.
Ainda não há data definida para o julgamento, que deverá ocorrer em Lisboa. O caso está a ser acompanhado pelas autoridades, que investigam as circunstâncias do atropelamento.
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