- O Bloco de Esquerda (BE), na Câmara de Lisboa, afirma que as conclusões da auditoria do Tribunal de Contas ao plano de saúde Lisboa 65+ confirmam os alertas e propostas apresentados aquando da sua criação.
- Segundo o BE, as observações do Tribunal de Contas são inequívocas.
- A auditoria analisou o plano de saúde Lisboa 65+ implementado pela Câmara de Lisboa.
- A posição foi divulgada pela vereação do BE na autarquia, em vestígios de hoje.
- O artigo completo permanece disponível apenas para subscritores.
O Tribunal de Contas confirmou, segundo a vereação do BE na Câmara Municipal de Lisboa, os alertas e propostas apresentados aquando da criação do plano de saúde Lisboa 65+. A leitura do TdC, realizada ao longo do processo, aponta para as observações feitas na fase inicial do projeto.
A Câmara Municipal de Lisboa, presidida por Carlos Moedas, recebeu as colocações do TdC, que indicam dúvidas sobre a viabilidade financeira e a governança do programa. A posição do BE reitera que as recomendações estavam já identificadas na altura da criação.
O objetivo da auditoria foi aferir o cumprimento de procedimentos, o uso de verbas e os impactos para os munícipes. O TdC sustenta que as recomendações tinham de ser integradas na gestão do plano para assegurar transparência e sustentabilidade.
A divulgação destas conclusões ocorre num contexto de críticas do BE, que acusa a administração municipal de ter ignorado os alertas anteriormente apresentados. A resposta oficial da câmara ainda não foi apresentada, mantendo o foco na necessidade de clarificação sobre o caminho seguido com o plano Lisboa 65+.
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