- Doação de cerca de 2 milhões de euros criou a nova Unidade de Ressonância Magnética Cardíaca da Unidade Local de Saúde de Gaia e Espinho.
- O equipamento é inovador e pioneiro em Portugal, destinado a melhorar o diagnóstico cardiovascular, reduzir tempos de espera e melhorar os cuidados aos utentes.
- A doação foi efetuada por Domingos Matos, presidente do Conselho de Administração da Medialivre, sendo considerada a maior ao SNS.
- A inauguração da máquina, juntamente com o heliporto do hospital, aconteceu na segunda-feira com a presença do primeiro-ministro Luís Montenegro.
- Montenegro destacou a relevância para o SNS; Matos expressou o desejo de inspirar outros empresários a apoiar projetos de interesse público e salientou o impacto na vida dos doentes.
Uma doação de cerca de dois milhões de euros permitiu criar a nova Unidade de Ressonância Magnética Cardíaca da Unidade Local de Saúde (ULS) de Gaia e Espinho. O equipamento é inovador e visa melhorar o diagnóstico cardiovascular, reduzir tempos de espera e elevar a qualidade dos cuidados aos utentes.
A iniciativa teve como porta-voz Domingos Matos, presidente do Conselho de Administração da Medialivre, que assumiu o aporte financeiro. A doação é descrita como a maior já efetuada ao Serviço Nacional de Saúde.
A inauguração ocorreu numa cerimónia realizada na segunda-feira, com a presença do primeiro-ministro Luís Montenegro. A ocasião incluiu ainda a inauguração do heliporto do hospital.
O primeiro-ministro destacou a importância do reforço para o SNS, sublinhando o papel da nova ressonância magnética cardíaca na resposta do sistema. Matos referiu o objetivo de inspirar outros empresários a apoiar projetos de interesse público.
O equipamento deverá impactar a vida dos doentes ao permitir diagnóstico mais rápido e preciso de condições cardíacas. O projeto é apresentado como um avanço relevante para a região e para o SNS.
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