O estatuto do trabalhador transfronteiriço, anunciado pelos governos de Portugal e de Espanha em 2020, continua em desenvolvimento. Técnicos de ambos os lados da fronteira trabalham diariamente na matéria, sem uma redação final devido à complexidade.
Os trabalhos são coordenados pelo serviço Eures. Em Valença, Ventín, membro do Eures Transfronteiriço Galiza-Norte de Portugal desde 1998, indica que o documento não ficará fechado, dada a mobilidade laboral e as alterações legislativas.
Além de um estatuto, é necessário tornar mais simples o acesso à prática, afirma. A evolução constante dos fenómenos laborais na fronteira exige respostas contínuas dos governos.
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