A greve geral de 24 horas paralisa Portugal, afetando transportes, escolas e hospitais. Trabalhadores protestam contra reformas laborais que consideram enfraquecer direitos. A paralisação abrange serviços públicos e municipais em todo o território.
Quase todas as linhas de transporte registam perturbações, com atrasos, cancelamentos e lugares cheios de incerteza. A greve coincide com a hora de ponta, complicando deslocações diárias de cidadãos.
Lisboa viveu impactos relevantes: metro encerrou atividades e as linhas férreas apresentaram serviços suspensos. Aeroportos registaram afluência reduzida de voos, com centenas de partidas e chegadas canceladas ou atrasadas.
Impacto nos transportes e serviços públicos
A adesão à greve atingiu os comboios, o metro, a recolha de lixo e serviços municipais. Em várias áreas, alunos não puderam deslocar-se com normalidade e hospitais reportaram limitações na assistência.
O governo, liderado pelo primeiro-ministro Luís Montenegro, enfrenta pressão por decisões sobre a reforma laboral. A paralisação mantém o foco nas negociações sem acordo entre trabalhadores e entidades patronais.
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