- Leonel Pereira assume o lema „cozinhar não é arte, é ciência” no restaurante Check-In, em Faro.
- O chef relata que o sonho é adicionar mais mar aos pratos, iniciando há 18 anos com macroalgas importadas da Espanha.
- Em San Sebastián, durante um congresso, encontrou o que procurava ao provar plâncton marinho.
- No Check-In, o mar aparece também em partículas invisíveis cultivadas em laboratório, estudadas por cientistas e transformadas em sabor.
- O prato é preparado pelas mãos do chef, que utiliza estas iguarias para conferir o sabor marinho aos menus do restaurante.
No Check-In, em Faro, Leonel Pereira assume o lema cozinhar não é arte, é ciência. O restaurante aposta numa abordagem que une técnica e investigação para elevar os sabores do mar.
Tudo começou com o desejo do chef: colocar mais mar nos pratos. Há 18 anos, recebia macroalgas importadas de Espanha. A viragem ocorreu num congresso em San Sebastián, ao provar plâncton marinho.
No Check-In, o mar não se limita a peixe ou marisco. Chega em partículas invisíveis, cultivadas em laboratório, estudadas por cientistas e transformadas em sabor pelas mãos do chef.
Inovação na cozinha
Estas partículas, desenvolvidas em laboratório, representam uma via de expansão dos ingredientes marinhos na alta cozinha. O objetivo é manter o prato equilibrado, nutritivo e sustentável.
A equipa do Check-In trabalha para traduzir o estudo científico em experiências gustativas, mantendo a cozinha fiel ao conceito de cozinha de exploração.
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