O jovem suspeito de disparar no posto de abastecimento do Freixo, no Porto, em julho de 2025, afirma que não teve intenção de ferir a sogra nem as outras pessoas presentes. O caso ocorreu numa madrugada de 15 de julho, após divergências familiares.
Guilherme Costa, 22 anos, negou ter visado ocupantes do veículo que era conduzido pela sogra, a D. Diana. Alega ter realizado os disparos apenas para afastar o carro, afirmando ter sido atropelado momentos antes pelo veículo.
Segundo a sua versão, o primeiro disparo aconteceu quando já estava no chão, depois de ficar sob a viatura. O arguido diz que o veículo recuou e que houve mais tiros até o carro abandonar o posto.
Versão do arguido
Costa assegura que todos os disparos incidiam sobre o veículo e não sobre as pessoas dentro da viatura. Adiciona que a sogra sabe que não mirava nela. Alega ter sido brutalmente atropelado e ainda com sequelas no pé.
O arguido admitiu ter fugido após os disparos e ter entregue a arma a um amigo. Procurou assistência médica em Vigo, na Galiza, e ficou cerca de um mês na casa da madrasta até ser detido.
Investigação e detenção
Antes deste caso, o suspeito já era investigado pela PJ por uma sequência de assaltos. A 1ª de agosto foi detido, no âmbito de outro processo, e ficou em prisão preventiva por homicídio na forma tentada e posse de arma proibida.
A investigação indica que o grupo furtava viaturas para arrombar estabelecimentos, com a fuga assegurada por outros carros. Os crimes ocorreram entre Guimarães e a Figueira da Foz.
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