O tribunal condenou um traficante que promovia caças ao tesouro com droga a uma pena de seis anos de prisão. O grupo era gerido por um líder identificado como Ruka e operava de forma organizada e sofisticada.
A decisão manteve a moldura penal entre quatro e 12 anos, considerando a gravidade dos factos e a proporcionalidade da pena. A sentença foi recebida como adequada pela Câmara que analisou o caso.
A organização recorria a plataformas digitais, nomeadamente Instagram, Telegram e Wickr Me, para gerir contactos, encomendas e pagamentos. Atraíam novos clientes com desafios de procura de droga na rua, através de redes sociais, incluindo geocaching.
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