A reintrodução de sanções dos Estados Unidos visa Francesca Albanese, relatora especial da ONU para os direitos humanos nos territórios palestinianos. A medida volta a entrar em vigor após a anulação de uma suspensão anterior.
Um aviso do Departamento do Tesouro descreve Albanese como incluída numa lista negra global, impedindo-a de efetuar transações bancárias ou de usar cartões de crédito. A decisão ocorreu após um tribunal de recurso.
A instância decidiu manter a sanção administrativa enquanto avalia o mérito do caso. A anulação esteve ligada a uma decisão do juiz federal Richard Leon.
Massimiliano Calì, marido de Albanese, avançou com o recurso na justiça em nome do filho menor, cidadão norte-americano, levando a ação que resultou na suspensão anterior.
Albanese tem sido crítica da gestão de Israel sobre Gaza e Cisjordânia, chegando a acusar o país de violações graves durante as operações de 2023. As sanções foram anunciadas em julho do ano anterior por Marco Rubio.
Rubio justificou as sanções afirmando que Albanese difundiu antissemitismo, apoiou o terrorismo e desprezou os Estados Unidos, Israel e o Ocidente. Albanese nega as acusações.
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