O tribunal de Los Angeles condenou Kenneth Iwamasa, assistente pessoal residente de Matthew Perry, a três anos de prisão. Foi considerado culpado de conspiração para distribuir cetamina que causou a morte do ator.
Iwamasa admitiu ter administrado entre seis e oito injeções de cetamina ilegal a Perry nos dias que antecederam o falecimento. Atuou como intermediário da droga, contribuindo para o consumo do ator.
O réu, de 60 anos, trabalhava junto de um médico cúmplice, Salvador Plasencia, que lhe mostrou como aplicar as injeções. Iwamasa foi a última pessoa a ver Perry com vida e encontrou-o já sem sinais vitais no jacuzzi.
Julgamento e desdobramentos
Na audiência, advogados, juiz e familiares discutiram a responsabilidade de um funcionário perante uma figura de alta relevância. A defesa alegou que a lealdade ao ator foi absoluta.
A gestão de Perry, representada por Lisa Ferguson, afirmou que Iwamasa afastou profissionais de sobriedade para manter o controlo da dependência. A acusação sustentou que ele dominava a situação sem demonstrar culpa ou remorso.
A condenação fecha o processo contra cinco pessoas envolvidas na overdose que levou Perry à morte a 28 de outubro de 2023.
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