Hospitais pediátricos nos Estados Unidos passaram a recorrer a cães treinados para apoiar emocionalmente crianças em tratamento e internamentos prolongados. A iniciativa visa reduzir a ansiedade associada a procedimentos médicos e a melhorar a percepção das crianças sobre o tratamento.
Os cães atuam como complemento aos cuidados médicos, oferecendo conforto e distração durante sessões de chemoterapia, visitas a enfermarias e aguardas de consultas. Os profissionais de saúde acompanham a interação para manter a segurança e o bem-estar de pacientes.
A abordagem, empregada de forma sistemática em várias unidades, tem sido bem recebida por famílias e equipas hospitalares. O objetivo é melhorar a experiência hospitalar sem substituir terapias médicas, mantendo o foco no cuidado centrado na criança.
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