A mulher, de 45 anos, foi condenada a 13 anos e quatro meses de cadeia por homicídio qualificado de um amante, ocorrido em Cascais. A vítima, de 50 anos, foi encontrada morta na residência com 24 facadas. O tribunal não conseguiu apurar o motivo do crime.
A sentença determina que a ré deve cumprir a pena em regime fechado. Foi ainda ordenado o pagamento de indemnização à família da vítima, cuja relação era de natureza amorosa.
A defesa alegou legítima defesa, mas o tribunal rejeitou esse argumento, apontando que houve intenção de matar. O juiz explicou que o motivo permanece não apurado, mesmo perante esse entendimento.
Motivo do crime não apurado
O tribunal identificou a intenção de matar, mas não traçou as circunstâncias que levaram ao crime. Não houve confirmação de qualquer provocação ou de justificativa externa.
Até ao momento, não há indicação de novas diligências a serem realizadas. A decisão representa o desfecho do processo em Cascais, com aplicação de uma pena de referência para homicídio qualificado.
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