A princesa Mette-Marit, herdeira da Noruega, apareceu em público na sexta-feira, 15, com uma cânula nasal de oxigénio conectada a um aparelho transportado por um funcionário do palácio. A doença, fibrose pulmonar, obriga-a a depender de suporte respiratório em alguns momentos. O Palácio não detalhou a duração do uso, apenas que está a gerir a condição com acompanhamento médico.
No domingo, 17, participou nas celebrações do Dia da Constituição da Noruega, na propriedade de Skaugum, em Asker. Ao lado do marido, o príncipe Haakon, estavam o filho Sverre Magnus, a rainha Sonja e o rei Harald. A presença pública manteve o foco na continuidade das funções reais, apesar dos ventos de saúde.
Segundo o Palácio, Mette-Marit pode vir a submeter-se a um transplante de pulmão, dada a evolução da fibrose. A amostra pública mantém o compromisso com as responsabilidades oficiais, sem adiantar prazos ou detalhes médicos.
Contexto recente
Nos últimos meses, a princesa tem vivido momentos difíceis na saúde, que já a levaram a reduzir compromissos oficiais. Em janeiro, surgiram documentos do Departamento de Justiça dos EUA que apontam para ligações com Jeffrey Epstein, condenado por crimes sexuais.
Paralelamente, o filho mais velho, Marius Borg Høiby, enfrenta acusações de abuso sexual e violência contra várias mulheres; o processo poderá resultar numa decisão de tribunal prevista para junho. O Ministério Público solicita uma pena de sete anos e sete meses.
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