O estudo baseia-se na utilização de chamados “relógios de envelhecimento”, ferramentas que medem a idade biológica real das células e tecidos. A pesquisa associa o sono irregular ao aceleramento deste envelhecimento.
Segundo os resultados, dormir pouco ou demasiado parece acelerar o envelhecimento em vários órgãos, incluindo cérebro, coração, pulmões e o sistema imunitário. A investigação aponta uma relação entre a duração do sono e a saúde a longo prazo.
Os autores destacam que o menor envelhecimento ocorreu entre quem dormiu entre 6,4 e 7,8 horas por dia, sugerindo uma faixa ideal de sono para reduzir mudanças biológicas associadas ao envelhecimento.
Entre na conversa da comunidade