Raymond Johnson foi executado por injeção letal na prisão estadual de Oklahoma, em McAlester, ocorrendo quase 20 anos após os factos. A execução decorreu às 10h12 locais (16h12 em Lisboa), tornando-o a segunda pessoa a ser executada em Oklahoma este ano e a 11.ª nos Estados Unidos.
A condenação de Johnson grava-se pela morte de Brooke Whitaker, de 24 anos, e da filha da vítima, Kya, de apenas sete meses, em junho de 2007. Segundo a acusação, houve uma discussão na casa da vítima em Tulsa, seguida de vários golpes na cabeça com um martelo, e de um incêndio na residência.
Os procuradores descreveram Johnson como responsável por um ato brutal, que causou dor e sofrimento às vítimas. Whitaker terá pedido clemência antes de o suspeito incendiar a habitação.
Os advogados de Johnson não apresentaram recurso de última hora junto do Supremo Tribunal dos Estados Unidos para impedir a execução. Em recursos anteriores, alegaram, sem sucesso, que a detenção foi ilegal, que a polícia o coagiu a confessar e que o seu advogado de defesa admitiu a culpa sem autorização.
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