Volodymyr Zelensky denunciou, na quinta-feira, que a Rússia lançou mais de 1560 drones contra a Ucrânia desde a madrugada de quarta-feira. Além dos drones, foram usados mísseis balísticos, aerobalísticos e de cruzeiro, com danos em Kiev e nas infraestruturas de energia em Kremenchuk. Em Chornomorsk há registos de estragos em áreas portuárias e residenciais. Um morto e dezenas de pessoas resgatadas.
Zelensky indicou que os ataques atingiram vinte locais na cidade, incluindo prédios residenciais, uma escola e uma clínica veterinária. O chefe de Estado afirmou ainda que as ações indicam uma tentativa de desestabilizar o país no contexto da investida russa.
É importante que os aliados mantenham pressão e protejam o espaço aéreo ucraniano, pediu o presidente. O objetivo é manter a comunicação firme com parceiros internacionais e responder com determinação a aggressões contínuas.
Contexto e apelos aos aliados
Na quarta-feira, Zelensky já havia feito uma publicação na rede X destacando que a Rússia buscava desestabilizar o clima político com ofensivas no dia da visita de Donald Trump à China. O líder ucraniano referiu ter sido lançado um número significativo de drones, estimando-se já cerca de 800, com novos ataques a seguir. As ações atingiram regiões próximas da fronteira com países da NATO.
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