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Ministra do Trabalho afirma que maior flexibilidade leva a melhores salários

Ministra do Trabalho diz que maior flexibilidade paga melhor; comparação internacional mostra limite de amamentação entre um e dois anos, segundo OMS

Maria do Rosário Ramalho, ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social
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A ministra do Trabalho afirmou que os países com maior flexibilidade no mercado de trabalho tendem a oferecer melhores condições salariais. A afirmação surge no contexto de uma entrevista sobre políticas laborais e equilíbrio entre trabalho e vida pessoal.

Durante a entrevista, a ministra abordou o tema da amamentação e das licenças associadas. Reforçou que não é contra mães que amamentam, reconhecendo a decisão como íntima e da mãe. O ponto principal foi a redução de duas horas diárias do horário de trabalho, com pagamento pelo empregador, sem limite de tempo, algo que não existe em parte alguma do mundo.

A ministra explicou que houve um benchmark internacional para entender limites. Segundo o estudo, a maioria dos países impõe um teto menor que as duas horas diárias propostas, com apenas alguns excedendo esse período. A referência da OMS aponta para dois anos de licença, usando como base a diretriz internacional, sem intenção de visar as mães.

Amamentação e licenças

Apenas para esclarecer, a fala reforçou que a decisão de amamentar permanece com a mãe e que a medida visa avaliar impactos de políticas de licenças no mercado de trabalho. Não houve indicação de mudança imediata de políticas, apenas a apresentação de dados comparativos.

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