O elevador avariado de um prédio social em Lisboa impede moradores de saírem de casa, afetando sobretudo idosos e pessoas com mobilidade reduzida. O edifício tem sete andares e fica na Rua Mouzinho de Albuquerque, gerido pela Gebalis.
A avaria foi reportada a 26 de fevereiro, durante as depressões que atingiram o país, provocando infiltrações na casa das máquinas e danos no quadro de comando. A reparação da cobertura do edifício está em curso, com a intervenção no elevador prevista apenas após esse processo.
De acordo com a Gebalis, as obras de reforço da cobertura já começaram e a reparação do elevador deve ficar concluída em julho de 2026. A empresa reconhece que os impactos são mais significativos para quem depende do elevador.
A situação é particularmente crítica para Maria José, de 89 anos, que vive no 3º andar com o marido, ambos com problemas de saúde. A filha do casal tem de coordenar acesso a medicamentos, alimentação e outros serviços de apoio.
A ausente mobilidade no prédio gera constrangimentos diários para dezenas de moradores, com o elevador inoperante desde fevereiro. A Gebalis afirma acompanhar o caso de perto e mantém moratórias de assistência para quem dela depende.
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