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Em Braga, emoção dos finalistas domina, mesmo com chuva e críticas

Chuva e trânsito condicionam a cerimónia de imposição de insígnias da Universidade do Minho no Sameiro, com acessos congestionados e queixas de estudantes

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Milhares de estudantes da Universidade do Minho participaram, neste sábado, na cerimónia de imposição das insígnias no Sameiro, Braga. A meteorologia e o trânsito condicionaram o acesso ao recinto do santuário durante a manhã.

À ida ao Sameiro, muitos estacionaram em bermas e passeios, ocupando parte da estrada a cerca de dois quilómetros do alto. Guardan-chuva na mão, alguns optaram por seguir a pé o restante trajeto, diante da dificuldade de entrada por carro.

Para muitos participantes, a deslocação desde a Falperra a pé foi a única solução viável, dada a escassez de vagas. A cerimónia integra uma das duas finais da Universidade do Minho, sendo a outra realizada na Penha, em Guimarães, para cursos ali sediados.

Cerimónias em Braga e Guimarães

A cerimónia de imposição de insígnias no Sameiro ocorreu pela manhã, reunindo milhares de finalistas. A segunda sessão realizou-se na Penha, oferecendo uma alternativa para os cursos que aí funcionam.

O evento é marcado pela emoção dos finalistas, que concorre para ordenar o dia. A logística de acesso e as condições meteorológicas foram pontos centrais do dia, sem alterações ao formato formal da cerimónia.

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